A qualidade de vida não é algo passageiro, muito pelo contrário, ela se constitui em um dos objetivos a ser alcançado no presente estágio de desenvolvimento da humanidade. O prolongamento da vida é cada vez menos um desafio técnico para a ciência, sendo valorizado em detrimento do aumento do tempo de vida, em condição limitada ou incapacitada.
A qualidade de vida é um dos principais objetivos que se tem perseguido nos ensaios clínicos atuais e é considerado um estado de qualidade a sensação íntima de conforto, bem-estar ou felicidade no desempenho de funções físicas, intelectuais e psíquicas, dentro da realidade da sua família, do seu trabalho e dos valores da comunidade à qual pertence.
Os questionários de qualidade de vida propiciam a avaliação mais completa do impacto da doença e tratamento no cotidiano da vida dos pacientes. Eles devem ter boa capacidade de identificar a presença da doença, como também, refletir as mudanças evolutivas decorrentes do tratamento.
Funções básicas como a mobilidade física, o repouso, as funções cognitivas, o comunicar-se, o alimentar-se, a presença de dor, o comportamento emocional, as atividades recreativas e domésticas e os relacionamentos sociais, são os principais fatores que buscamos para alcançar a plena qualidade de vida.
A assistência domiciliar transforma a experiência de cuidado, levando profissionais de saúde qualificados diretamente ao paciente, com cada plano personalizado para atender necessidades específicas e garantir resultados efetivos. Com acompanhamento próximo, é possível monitorar a evolução, prevenir complicações e oferecer segurança em cada etapa, unindo o conforto do lar à atenção humanizada, fazendo toda a diferença na recuperação e no bem-estar, proporcionando um cuidado que respeita e acolhe.